Advogados de Pátrio Poder
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Em nosso escritório, você encontrará uma equipe de advogados especialistas em pátrio poder, com vasta experiência em direito de família. O pátrio poder é um dos aspectos mais sensíveis na relação entre pais e filhos, pois implica tanto direitos quanto obrigações destinadas a garantir o cuidado, a formação e a proteção dos menores.
Nosso objetivo é assessorar e defender seus direitos como genitor, sempre sob o princípio fundamental do melhor interesse do menor.
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O que é o pátrio poder?
O pátrio poder é o conjunto de direitos e deveres que correspondem aos pais em relação aos seus filhos não emancipados. Está regulado nos artigos 154 a 171 do Código Civil.
Inclui decisões essenciais para o desenvolvimento do menor, como a educação, a saúde, a residência, a administração de seus bens e sua representação legal.
Deve ser distinguido da guarda e custódia:
- A guarda refere-se à convivência e ao cuidado diário dos filhos.
- O pátrio poder corresponde normalmente a ambos os genitores, mesmo que apenas um tenha a guarda.
Direitos e deveres do pátrio poder
O pátrio poder implica uma série de obrigações e faculdades dos pais:
- Zelar pelos filhos e tê-los em sua companhia.
- Alimentá-los, educá-los e proporcionar-lhes uma formação integral.
- Administrar seus bens.
- Representá-los em todos os atos civis e jurídicos.
O exercício do pátrio poder é conjunto, salvo se existir uma causa legal que determine sua atribuição exclusiva a um dos genitores.
O que acontece se os pais não concordarem no exercício do pátrio poder?
Em caso de desacordo pontual, qualquer um dos pais pode recorrer ao juiz, que decidirá o mais benéfico para o menor.
Se os desacordos forem reiterados e graves, o juiz pode atribuir o pátrio poder ou parte dele a um dos genitores, sempre em benefício do filho (art. 156 CC).
Solicitar pátrio poder exclusivo
Em casos excepcionais, pode-se pedir o pátrio poder exclusivo para um genitor, excluindo o outro de seu exercício. Isso ocorre quando:
- Um dos pais está incapacitado para exercê-lo.
- Existem condutas graves como maus-tratos, abandono ou vícios que afetam o menor.
- Há sentenças de violência de gênero ou descumprimento reiterado de deveres parentais.
O pátrio poder exclusivo deve ser concedido por resolução judicial motivada, sempre priorizando o bem-estar dos filhos.
Causas de extinção ou privação do pátrio poder
O pátrio poder extingue-se por:
- A emancipação ou maioridade dos filhos.
- A morte dos genitores ou do filho.
- A adoção do menor por outra pessoa.
Além disso, pode ser retirado judicialmente por causas graves, como maus-tratos, abandono ou descumprimento das obrigações parentais.
Perguntas frequentes sobre pátrio poder
É possível renunciar ao pátrio poder?
Não. O pátrio poder é irrenunciável, pois é concebido como um dever e um direito em benefício do menor.
Qual a diferença entre pátrio poder e guarda?
A guarda regula a convivência e o cuidado diário dos filhos; o pátrio poder abrange decisões fundamentais e, por regra geral, corresponde a ambos os genitores.
Quando o pátrio poder exclusivo é concedido a um genitor?
Somente em casos excepcionais onde o juiz determine que é o mais adequado para proteger o menor (violência, abandono, descumprimento grave).
Os filhos podem ter obrigações enquanto estão sob pátrio poder?
Sim. O artigo 155 do CC estabelece que os filhos devem obedecer aos pais enquanto estiverem sob seu poder e respeitá-los em todos os momentos.